Plutão: o caso que revolucionou a astronomia
Em 2006, a União Astronómica Internacional (UAI) decidiu reclassificar Plutão, um dos planetas mais conhecidos do nosso sistema solar. A decisão foi tomada após a descoberta de outros objetos semelhantes ao Plutão no cinturão de Kuiper, uma região do espaço que se estende desde a órbita de Netuno até a distância de 55 anos-luz do Sol. Esse novo objeto chamado de Eris foi apenas um pouco maior que Plutão, o que fez com que a UAI reclassificasse Plutão como um planeta anão, uma categoria que não existia anteriormente. A classificação dos planetas na astronomia é feita com base na sua órbita e características, como tamanho e composição. Segundo os astrônomos, um planeta deve ter uma órbita autônoma, ou seja, não deve estar orbitando outro objeto celeste. Além disso, o planeta deve ter uma massa suficiente para se tornar esférico, o que não é o caso dos planetas anãos



