CAOS NA FILA DA BALSA: DETRAF PRECISA INTERVIR PARA GARANTIR ACESSO À UPA E AO HOSPITAL
A noite desta sexta-feira (30) foi de muito congestionamento na região central de São Sebastião. A fila para a travessia com destino a Ilhabela chegou a aproximadamente 2h30, provocando reflexos em diversos cruzamentos.
Segundo agentes que atuam no local, a equipe do Detraf está trabalhando desde o período da tarde para organizar o trânsito e impedir que a fila da balsa bloqueie acessos importantes.
A situação chegou a ficar crítica nas proximidades da UPA e do hospital. A fila convencional chegou a formar três filas na região do porto, enquanto a fila prioritária avançou em direção ao cruzamento da UPA.
🚑 E aqui está o ponto mais preocupante: se os cruzamentos ficam bloqueados, ambulâncias e veículos do SAMU podem ter dificuldades para chegar ao hospital e à unidade de emergência.
Foi necessário realizar desvios e intervenções para preservar esses acessos e também garantir a circulação dos moradores da Topolândia.
⚠️ E A EMPRESA TERCEIRIZADA?
A situação também coloca em discussão o trabalho da empresa terceirizada que presta apoio à operação da travessia, ligada à Semil.
Profissionais identificados pelo uniforme azul estavam no local, mas, segundo os agentes, são poucos para dar conta de todas as situações quando a fila cresce e passa a interferir diretamente no trânsito da cidade.
Na prática, quando o problema aumenta, quem precisa entrar em campo e resolver é o Detraf.
Também existem informações de que uma nova empresa poderá assumir esse serviço a partir do dia 9. A informação ainda precisa ser oficialmente confirmada.
E fica a pergunta:
👉 Quem vai cuidar da organização das filas da balsa quando a nova operação começar?
Enquanto isso, fica aqui o nosso reconhecimento aos agentes do Detraf de São Sebastião, que estão nas ruas enfrentando o congestionamento, fazendo desvios e trabalhando para garantir que UPA, hospital, ambulâncias, SAMU e moradores não fiquem sem acesso.
A travessia precisa funcionar.
Mas o trânsito e, principalmente, o acesso à saúde e aos serviços de emergência não podem ser colocados em segundo plano.
Redação Boca No Trombone Litoral
Imagens: Divulgação



