Voleibol feminino passa a ter regras de elegibilidade biológicas
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou uma mudança nas regras de elegibilidade das competições femininas. A partir da nova regulamentação, a participação na categoria feminina ficará restrita a atletas consideradas elegíveis de acordo com critérios biológicos e genéticos. A decisão segue as diretrizes adotadas pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que utiliza o teste SRY, relacionado à presença do cromossomo Y, como critério inicial para definir a categoria de competição. Isso significa que atletas trans que atuam no voleibol feminino, como Tifanny Abreu, do Osasco São Cristóvão Saúde, não poderão mais competir na categoria feminina. A medida terá impacto direto sobre essas atletas e segue o padrão internacional adotado pela FIVB. A categoria feminina será destinada às atletas que atendam aos critérios biológicos estabelecidos pela nova regulamentação, enquanto a categoria masculina seguirá os critérios correspondentes. A discussão sobre gênero, inclusão e equilíbrio competitivo continua gerando debates no esporte. A nova regra estabelece um critério objetivo de elegibilidade baseado em características biológicas e genéticas para as competições oficiais.
Redação Boca No Trombone Litoral
Imagens: Ricardo Severino via WhatsApp



